JEREMOABO SERÁ PÓLO SOBRE DESERTIFICAÇÃO
Jovino Fernandes
Uma equipe de 12 técnicos da Superintendência de Recursos Hídricos (SRH) esteve Jeremoabo (05/05/08) e Juazeiro, com o objetivo de identificar as áreas susceptíveis à desertificações e fazer o levantamento de dados técnicos como às condições socioeconômicas e políticas dessas regiões.
A
visita é a primeira ação de campo do Plano Estadual de
Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca
(PAN-Bahia), cujos recursos para a execução foram
aprovados, no ano passado, pelo Fundo Nacional do Meio
Ambiente, do Ministério do Meio Ambiente. Após o
levantamento das informações e contatos com as
instituições governamentais, ONGs e sociedade civil, serão
implementadas ações voltadas para a convivência da
população com as condições do semi-árido.
Serão realizados seminários regionais, campanhas de
educação ambiental, oficinas e arranjos produtivos
pilotos. Além de Jeremoabo e Juazeiro, o projeto também
será executado em Guanambi e Itatim. "São quatro
municípios, mas queremos criar braços para que o projeto
se enraíze por outras localidades próximas", explica a
bióloga e técnica da SRH, Ada Assunção.
O PAN-Bahia é baseado no Programa de Ação Nacional de
Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca
(PAN-Brasil) e será um instrumento inédito na Bahia para a
definição de diretrizes e de ações de combate e prevenção
à desertificação no semi-árido. O projeto é executado a
partir de quatro diretrizes: mudanças climáticas,
políticas públicas, desertificação e convivência com o
semi-árido.
Fonte: Agecom
PEDRA FURADA PEDE SOCORRO
ALERTA:
Em
uma rápida visita à Pedra Furada especificamente na
barragem onde está localizado o dique/captação da EMBASA,
os técnicos poderam registrar o total abandono e o descaso
para com o meio ambiente.
A área que antes oferecia espaço de lazer para um delicioso banho, hoje está sendo transformando no amontoado de lixo e de um volumoso banco de areia, proveniente das descargas e limpeza da barragem. A piscina natural antes existente, esta desapareceu, a casa que servia como posto de vigilância desmoronou, a bela cachoeira e o túnel com quase dois metros de altura já não existe mais. O leito do rio que antes era conservado, praticamente encontra-se obstruído. São as belezas naturais sendo agredidas por homens e empresas.
(Veja matéria como era antes na página no PORTAL JV no ícone “Quem Somos – Ítalo Galvão”)


