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CÂMARA DE VEREADORES - GOLPE
CONTRA SI MESMA (!!!!!!!!!)
Espedito Lima
Postado 21/09/07
Diante de tudo quanto ainda anda acontecendo
pelas bandas do Legislativo Jeremoabense, somos induzidos a
imaginar que o “”plácido”” comportamento dos seus edis, parece
ser tão ignoto que de repente estão querendo mudar de endereço,
de Jeremoabo-Bahia, para onde ele (a) nasceu “a Câmara”,
Itapicurú-Bahia; o pai do nosso município (por que e pra que a
mudança – é voluntária ou involuntária)? ; ninguém sabe.
Por outro lado, achamos que um projeto ”Legislativo” deva está
em tramitação, ocultamente, o qual diz respeito a um GOLPE;
pois, não se pode mais duvidar de qualquer coisa que esteja
sendo perpetrada por lá “por eles”, pelo menos por alguns.
Por mais desprezíveis que sejam as mentes dos eleitores; por
mais que seja vulgarizado o voto; por mais que queiram esconder
de nós, a farsa da democracia “anarquia pessoal ou de grupo”;
por mais que insinuem que temos uma Câmara digna, capaz e que
verdadeiramente cumpre com sua obrigação; entendemos já haverem
ultrapassado o limite máximo da nossa paciência e o tempo gasto
da nossa espera. Alguma coisa deve ser feita, sem nenhuma
esqualidez, para que possamos dizer que ainda existe uma Câmara
no município de Jeremoabo; todavia, se assim não for, ela deverá
aprovar urgentemente, o projeto do GOLPE CONTRA SI MESMA. Nós já
fomos golpeados ha muito tempo, com especialidade aqueles que
lançaram seu voto de confiança nos 09 (nove) que lá estão.
Que nos desculpem nossos honrados e respeitados Vereadores, a
brincadeira já está na hora de parar; a palhaçada já deu seu
recado e a piada perdeu o sentido do riso. O picadeiro está
desarmado; a lona, o vento danificou; a arquibancada teve
destino ignorado; os artistas devem ser dispensados e o patrão,
que luta incessantemente para continuar sendo seu proprietário
terá que se desdobrar para extrair a gafa politiqueira das ações
daqueles que teimam em não içarem o símbolo de uma casa poder –
“LEGISLATIVO” CAMARA DE VEREADORES.
É de mais, ninguém de sã consciência nesta terra, por mais
imbecil que seja, agüentará ver, testemunhar e lamentar o que
tem ocorrido nas sessões do nosso Legislativo. Será que vai ser
necessária uma intervenção na casa que se diz do povo, pra que
ela (eles) possa (m) tomar um rumo totalmente avesso ao que se
depara nos últimos tempos? Prestem conta à sociedade
Jeremoabense; ela merece respeito e não pode ficar à mercê do
bel prazer de uns ou de todos quantos querem lançar o véu negro
da sua história. Ela, história, já está manchada demais, chega
de exportarmos coisa ruim.
Numa sessão, a pancadaria rola solta, a polícia é chamada e
perguntam quem é o Presidente; numa segunda, o bate-boca é o
projeto da vez; na terceira, aparece um documento assinado por
um vereador solicitando sua destituição do próprio cargo e do de
1º Secretário da Mesa; na quarta, se fala que a ata foi
adulterada, pois o Vereador que assinou o documento, só
solicitava a destituição do último cargo e não dos dois; na
quinta, ela não existe “sessão”, em razão do afastamento do
Prefeito, e por isso, as seguintes também não foram realizadas.
Enquanto isso, na última sessão (18.09.2007), ninguém mais falou
da apuração sobre a questão da assinatura do famoso documento.
Ataques, aqui e acolá; controvérsia e contradição de tudo quanto
é natureza; um gastou demais o outro deixou de gastar e a
balbúrdia continua; o cenário é sempre o mesmo, os atores
também; a peça, ninguém sabe que fim terá, muito menos quando.
É O GOLPE MESMO!
Quando os senhores vão entender que precisam ser pessoas
civilizadas, responsáveis e que por lei devem exercer seus
cargos com honradez, decoro e acima de tudo serem verdadeiros e
autênticos Legisladores e não meros figurantes de um poder?
Quando veremos a extinção da submissão dos integrantes da casa
do Povo em sua toda plenitude? Quando os interesses do mesmo do
povo e o bem comum para o desenvolvimento do nosso município
estarão em pauta, com discussão segura e aprovação certa?
Quando, por fim, triunfaremos com as laudáveis atitudes de todos
(os senhores), por sabermos que no seu Plenário (Câmara) só se
discute o que é de grandeza, sob todos os aspectos, para nossa
cidade e nosso querido município de Jeremoabo?
Que não haja NENHUM GOLPE; que a serenidade e a visão fausta do
progresso sejam uma constante. Lembrem-se que o município
precisa de seus Vereadores e estes dele; que a casa seja
irmanada com o Executivo, não no sentido da obediência aos
caprichos dele, mas de forma leal, legal, coerente, buscando
sempre a marcha pelos ideais comuns e sob a pirâmide do
crescimento de uma terra e de um povo que clama pela
independência regional, pois se assim não for, os outros
passarão e nós ficaremos.
CAROS ELEITORES, no próximo ano, se lembrem, haverá eleição
municipal – DE OLHO NELES. Exerça o seu poder; você é
autoridade, por isso tome sua decisão conscientemente, os
julgue: condene-os ou os absolva.
OS DEDOS SÃO SEUS – Urna eletrônica.
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POBRE DE NOSSA TERRA E
DE NÓS. ATÉ QUANDO?
Espedito Lima
Vasculhando a sua rica e longa história, encontramos nas páginas
do seu livro os mais variados, obcecados e absurdos
acontecimentos, que denigrem, por certo, a sua imagem; a imagem
de uma terra fundada por Garcia D’Ávila e batizada com o nome de
Jeremoabo - Bahia.
A sua riqueza cultural e histórica, aliada às suas alicerçadas e
boas tradições, se contradiz nitidamente com as administrações
dos últimos tempos, tanto pelo lado do executivo quanto do
legislativo. É como se fossem dois inimigos ferrenhos (do povo),
porém leais entre si, que durante anos e mais anos, disputam um
poder excessivo, maculado, corrosivo, depreciativo, e porque não
dizer, com clareza, totalmente destrutivo.
A imoralidade e os desmandos têm vencido a ansiedade dos seus
pacatos e ordeiros habitantes; a volúpia dos gestores e/ou donos
do poder, privatiza, de uma vez por todas, o erário público e
deixam órfãos aqueles que mendigam a dignidade da ética e da
moral. Estão sempre lançando dardos sobre a sensibilidade dos
munícipes e se cobrem com o manto da traição, carregando em suas
mãos o cajado da insensatez e a flecha mortífera da corrupção.
Uns têm colocado sobre si mesmos, a coroa do poder e dominação
altruísta ditatorial, enquanto outros se vestem da horrenda
ganância e páfia, como se fossem Coronéis patenteados e insanos
que não ouvem, falam pouco e surram impiedosamente seus
comandados. Além disso, andam galopantes com pisaduras de bronze
e chicote de aço, para conduzirem os próprios e frágeis
comandados, que já cambaleiam na desesperança de um presente sem
futuro e um futuro sem passagem pelo presente.
Uns sentam-se na cadeira que conduz a avareza e outros se cercam
daqueles que os aplaudem por seus feitos enganosos, os exaltando
como heróis; uns lançam-se na lama da mentira e da deslealdade;
outros penetram nas sarjetas do abuso, ditando regras mesquinhas
e incompatíveis com os cargos que conquistaram e exercem. Burlam
leis e desafiam autoridades; afrontam seus próprios
correligionários, amedrontam inocentes e ameaçam os que não lhes
escutam.
Pobre de nossa terra e de nós. Ela continua gemendo, está na UTI
e nós numa enfermaria; sem médico, sem enfermeiros e sem
medicamentos. Até quando? Será que vamos morrer pelas balas, não
perdidas, mas bem achadas pelos nossos politiqueiros, que
insistem em usar as armas da fraude, da arrogância, do
despreparo, da prepotência e das inconseqüentes gestões contra
todos nós?
Achamos que não merecemos mais outros “Herodes”; outros ”Neros”;
outros “Hitlers”. Não agüentamos mais outros “Lampiões” e tantos
mais semelhantes que a humanidade viu e continua vendo, mundo a
fora. Estamos incessantemente anestesiados, pelo veneno que eles
colocam nas veias dos nossos sentimentos; pelo sugar abrupto
sobre nossas boas e aspiradoras intenções; pelos atos maléficos
que nos levam ao desespero constante e que traduz o desencanto
do progresso, não de modo isolado, mas coletivamente.
Até quando vamos vê-los e ouvi-los? Temos que bani-los do nosso
meio, principalmente arrancarmos do poder, de forma que nunca
mais tenham forças pra voltarem a ele.
Ainda é tempo de lançarmos fora do cenário político,
protestarmos, mostrarmos explicitamente nossa indignação e
darmos nossa resposta; basta que ajamos de forma coerente com
nós mesmos e na hora exata (eleições). Anulemos a procuração
“voto”, através da (o) qual lhes outorgamos poderes para nos
representar, de forma plena e irrevogável. Errar é
normal-natural; permanecer no erro, é no mínimo, burrice. E nós,
eleitores, devemos mostrar que não somos burros. Não aceitamos
mais as falcatruas, as improbidades, as irresponsabilidades e os
desgovernos.
AJAMOS, CONSCIENTES E CONSEQUENTEMENTE. JEREMOABO SOMOS NÓS E
NÓS SOMOS JEREMOABO. NÃO DEIXEMOS NEM O ENTREGUEMOS AOS SIMPLES
AVENTUREIROS E COBIÇADORES DO PODER; AQUELES QUE SÓ TÊM
COMPROMISSO COM ELES MESMOS E COM OS QUE COMUNGAM COM OS SEUS
DESEJOS.
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